sexta-feira, 24 de março de 2017

A Inspiração da Bíblia - material da lição 03 (Teologia sistemática I)

Inspiração dos originais, não das cópias

Os erros e as mudanças efetuados nas cópias e nas traduções não podem ser atribuídos à inspiração original. Devido aos erros das cópias dos manuscritos (erros que podem ser corrigidos por outros manuscritos) temos dificuldades de entender determinados texto. Sem contar que abre porta para algumas traduções tendenciosas.
Por exemplo, II Reis 8.26 diz que Azarias tinha 22 anos de idade quando foi coroado rei, enquanto II Crônicas 22.2 diz que tinha 42 anos. Não é possível que ambas as informações estejam corretas. 
O original é autorizado; a cópia errônea não tem autoridade.
Outros exemplos desse tipo de erro podem encontrar-se nas atuais cópias das Escrituras (I Rs 4.26 e 2 Cr 9.25).
Mesmo a tradução não sendo boa o espirito de Deus pode conduzir a pessoa espiritual a verdade.
Portanto, uma tradução ou cópia só é autorizada à medida que reproduz com exatidão os autógrafos.
De uma perspectiva técnica, só os autógrafos são inspirados; todavia, para fins práticos, a Bíblia nas línguas de nossa época, por ser transmissão exata dos originais, é a Palavra de Deus inspirada.
Existem mais de 24.000 cópias de manuscritos completos e parciais do Novo Testamento. Essas cópias manuscritas são muito antigas e estão disponíveis para inspeção. 
O Novo Testamento tem uma esmagadora quantidade de evidências que dão base para a confiabilidade da Bíblia. Se compararmos os melhores manuscrito veremos que são incrivelmente exatos e dignos de confiança.
Devemos enfatizar que existem algumas variantes nos textos, mas não têm absolutamente nenhum significado. Muitas dessas variantes simplesmente envolvem o esquecimento de uma letra em uma palavra; algumas envolvem a inversão de uma palavra com a que a sucede (como “Cristo Jesus” ao invés de “Jesus Cristo”).
Quando todos os fatos são postos sobre a mesa, chegamos à conclusão que nenhuma doutrina da fé Cristã ou qualquer ordem moral é afetada por elas. Comparando todos os manuscritos disponíveis um com o outro, podemos vir a ter segurança concernente aos escritos Bíblicos. 

   Obs: As pessoas que faziam a cópia propriamente dita eram chamadas escribas. Havia uma classe profissional de homens que se davam a esse tipo de trabalho. Em algumas das cidades maiores, havia scriptoriums, muito parecidos com os escritórios de hoje. Mas deve ser lembrado que a imprensa não foi inventada até cerca de 1450, e todos os livros tinham que ser escritos a mão (daí a palavra "manuscrito", do latim manuscriptum: escrito a mão) e todas as cópias eram feitas do mesmo modo. Por estas razões, muitos erros de transcrição poderiam entrar na última cópia de um livro.
         Nos scriptoriums um leitor vagarosamente ditaria o material a ser copiado, e os escribas escreveriam o que ouviam. Por esta razão, muitos erros de soletragem apareciam no texto. As vezes o leitor pronunciava erroneamente uma palavra, ou a luz estaria fraca e o texto difícil de se ver, ou o copista ou escriba não daria sua total atenção ao seu trabalho. Era um trabalho tedioso. Geralmente nos lugares de cópia profissional haveria uma pessoa que leria e corrigiria a cópia acabada. Estas correções podem ser encontradas em muitos dos manuscritos unciais do quarto e quinto séculos.
      Contudo, no caso de uma igreja pobre, as cópias eram feitas apressadamente e sem o benefício de uma revisão por miúdo. Certamente entravam erros, e mais enganos podiam ser acrescentados, à medida que as cópias das cópias eram feitas.

Há alguns tipos de erros acidentais que poderiam ser feitos.

(1) Equívoco auditivo - quando certas vogais e ditongos gregos vieram a ser pronunciados de maneira praticamente idêntica, (palavras homófonas). Isto acontecia quando um dos encarregados de produzir a cópia ditava o texto, e outro, copiava. Sendo assim, o que estava copiando ouvia uma palavra e a transcrevia, sem saber que estava, na verdade, escrevendo outra que tinha o mesmo som, mas significado diferente. 
      O leitor bem podia saltar uma palavra, ou letra, e ler erroneamente as abreviações. Ás vezes o texto que estava sendo copiado tinha palavras ou orações explicativas nas margens ou entre as linhas, e o leitor incorporaria estas ao ler o texto para o escriba.

(2) Equívoco visual - alguns erros foram cometidos ao confundir certas letras com outras de grafia semelhante. O erro que se originava quando o escriba confundia letras que têm grafias parecidas. 
      No AT, as letras do alfabeto hebraico d (d) er (r) e b (b) e k (k) eram as que causavam mais confusão, pois têm grafia quase idêntica, como podemos notar. E no NT, a letra grega M, quando escrita em estilo uncial, era frequentemente confundida com duas letras ^ juntas (^^), e vice-versa.
      
       O apóstolo Paulo diz em sua carta aos gálatas: “Vede com que letras grande vos escrevi de meu próprio punho” (Gl.6.11). Agora, imaginemos como seria impressionante poder ver a epístola no original ou ver como apóstolo assinava seus textos. Até a invenção da imprensa, muitos erros foram cometidos, resultado natural da fragilidade dos copistas. E obviamente, à medida, que aumentavam as cópias, mais cresciam as divergências entre elas. Afinal cada copista acrescentava os próprios erros àqueles já cometidos pelo anterior. O objetivo da Crítica Textual tem sido de avaliar as fontes e reconstruir o texto com a maior probabilidade de ser o original. 
    Dentro do equívoco visual tem o que chamamos de “parablepse”, que significa pular de uma palavra, frase ou parágrafo para outro, devido a começos ou términos semelhantes.

(3) Equívoco de memória - poderiam variar desde a substituição de sinônimos, a inversão na sequência de palavras, quando a mente traía o copista.

(4) Equívoco de julgamento - Quando um copista se deparava com comentários diversos anotados na margem do manuscrito que lhe estivesse servindo de modelo e não dispusesse de outras cópias para efeito de comparação, poderia incluí-lo no texto julgando que de fato devessem estar ali. Por exemplo, um manuscrito do século XIV, há um exemplo de erro de julgamento. 
    O modelo do qual foi copiado o evangelho de Lucas deveria trazer a genealogia de Jesus (3. 3-28) em duas colunas paralelas de 28 linhas cada. Todavia, ao copiar o texto seguindo a ordem das colunas, o escriba o fez seguindo a ordem das linhas, passando de uma coluna para outra. Como resultado, praticamente todos os filhos tiveram seus pais trocados.

Há alguns tipos de erros propositais que poderiam ser feitos. 

       Deve ser lembrado que na própria igreja primitiva os vinte e sete livros não eram tratados como escritos sagrados. A medida que o conceito da autoridade apostólica aumentava, a veneração desses manuscritos geralmente os protegia de maiores erros. Mas, nos anos iniciais, um escriba, ou leitor, intencionalmente alteraria um texto, por várias razões. Poderia ser para mudanças linguísticas, doutrinarias ou retóricas; para "refinar" o texto gramaticalmente. 
   Certas vezes um escriba iria desejar esclarecer alguma dificuldade histórica ou fazer um texto harmonizar-se com outro. É por este motivo que se constitui o conflito real na crítica textual. 
      Passagens tais como Marcos 16:9-20; João 7:53-8:11; I João 5:7,8 são desta natureza.

(1) Correção ortográfica, gramatical e estilística - A maioria das alterações ortográficas nos manuscritos bíblicos ocorreu devido à falta de qualquer padronização oficial e à influencia de vários dialetos, assim inúmeros termos gregos acabaram tendo formas diversas na soletração, principalmente os nomes próprios.

(2) Harmonização textual e litúrgica - o copista se sentia tentado a harmonizar os livros que apresentassem passagens paralelas, um pouco divergentes. Principalmente nos evangelhos sinóticos, com muitos textos sendo alterados para uma narrativa mais unificada possível. Alguns textos eram adaptados para ser lidos publicamente nos serviços de culto, e tais arranjos influenciaram a própria transmissão do texto. O exemplo mais claro é o da Oração do Senhor (Mt.6. 9-13), cuja doxologia “pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém.”, foi acrescentada para o uso litúrgico, acabou sendo incorporada em muitos manuscritos.
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      Doxologia significa “palavra de glória”. É formada por dois termos gregos: doxa, que significa glória, e logos, que significa palavra. A doxologia é, portanto, uma fórmula de louvor e glorificação para honrar a Deus. 
     Exemplo: Dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele a glória por toda a eternidade! Amém (Rm.11,36); Tu és digno Senhor, nosso Deus, de receber a honra, a glória e a majestade, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade é que existem e foram criadas (Ap.4,11). 
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(3) Correção histórica e geográfica - Alguns escribas tentaram harmonizar o relato do Evangelho de João da cronologia da Paixão

(4) Interpolação de notas marginais, complementos naturais e tradições ­- A inclusão de textos ao corpo textual como apontamentos, correções, interpretações, reações pessoais e mesmo informações gerais quanto ao texto era comum. 
   Note-se que certas palavras falta numa ou noutra passagem Bíblica. O acréscimo dos textos chama-se complementos naturais.
    Apesar de todos os esforços possíveis para fazer os manuscritos sagrados eles não ficaram isento de erros e, em muitos detalhes, não transmite o conteúdo verbal inicialmente registrado. 
    Antes do trabalho de fixação do texto pelos escribas e massoretas, já se haviam introduzido muitos erros e se fizeram alterações que, desde então, têm sido assumidos e retransmitidos. 
     Apesar de os tradutores disporem de textos padronizados da Bíblia nas línguas originais, as passagens que foram modificadas, de uma maneira geral, acabam por se perpetuarem nas traduções, fazendo com que o estudo das versões da Bíblia seja necessário, a fim de esclarecer o porquê de haver determinadas passagens que variam radicalmente de uma versão para outra.
     Determinados trechos, são objeto de estudo da crítica textual, (ciência em cujas teorias nos pautamos, e cujo objetivo é recuperar a forma original das Escrituras, mediante de todas as cópias disponíveis dessas obras). 
     Os críticos têm demonstrado que as variantes têm pouca ou nenhuma importância. O fundo doutrinário fica obscurecido, nem pouco alterado, pelas passagens criticamente incertas. 
      Podemos afirmar com toda a certeza científica que o texto dos cristãos, foi conservado doutrinariamente incorrupto. A maioria das alterações que aparecem nos manuscritos da Bíblia diz respeito a formas ortográficas e a questões gramaticais e estilísticas, que não chegam a afetar o sentido do texto, visto que podem ser facilmente corrigidas pelos estudiosos.
      Acreditamos que a Bíblia é plena e verbalmente inspirada no seu original. A nossa intenção é procurar dar maior segurança possível ao leitor quanto à fidedignidade da fonte grega de todas as versões que temos hoje.

    Hoje existem algumas dificuldades na Bíblia, mas não há erros. Ninguém conseguiu provar que a Bíblia está errada. Em alguns trechos houve erro do copista, mas com a análise de outras cópias resolveu-se o problema.  O que acontece às vezes, é problema de interpretação dos homens, ou algo que ainda não foi esclarecido. 

Como por exemplo:

     > Judas se enforcou? Conforme (Mt 27:5), ou caiu e se rompeu conforme (At 1:18). 
    Os pormenores vividos de Atos podem ser a narrativa do que aconteceu algum tempo depois que Judas se enforcou, quando o seu corpo decomposto foi derrubado da forca ou se desintegrou por causa da decomposição.

    > Deus nunca muda de idéia nem se arrepende do que faz ... (Ml 3:6; Nm 23:19; Tg 1:17) Mas em Êx 32:14 diz: Então o Senhor se arrependeu do mal que dissera havia de fazer ao seu povo. (Gn 6:6-7) Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra..., e aparece também em (Jn 3:10; 2 Rs 20:1-7).
     Deus nunca falha; nunca hesita; nunca muda. 
Por sua própria natureza, Ele é fiel e leal às suas promessas e alianças. Mesmo assim, esse atributo de fidelidade de Deus não exclui a possibilidade de Ele alterar seus planos, propósitos ou intenções sob determinadas circunstâncias. 
    Por exemplo, Deus realmente muda, às vezes, seus planos no tocante a juízo, em resposta às orações intercessórias do seu povo fiel (Êx 32.11,14) ou como resultado do arrependimento de um povo iníquo (Jn 3.1-10; 4.2).

     > Certo escriba, copiando Mt.24:36 omitiu as palavras “nem o Filho”, pois o escriba sabia que Jesus era onisciente, e deduziu que alguém havia cometido erro (Alefe, Bizantino).

     > Ninguém jamais viu a Deus (João 1:18, 6:46, I João 4:12).
  Jacob viu Deus cara a cara (Gênesis 32:30).
  Moisés e os anciões de Israel viram Deus (Êxodo 24:9-11).
  Deus falou com Moisés cara a cara (Êxodo 33:11; Dt. 34:10).
  Ezequiel viu Deus em uma visão (Ezequiel 1:27-28).

    > Quem foi ao sepulcro? Uma mulher (Jo 20:1) duas mulheres (Mt :16;28) três mulheres (Mc 16:1-2) ou várias mulheres? (Lc 23:54-55; 24:1; 24:10). 
   Apesar de Lucas não ter sido uma testemunha ocular seu Evangelho é o mais completo, talvez por ser ele um escritor culto e hábil, um historiador atento e teólogo inspirado. Os autores dos evangelhos de Mateus e João são testemunhas oculares, pois foram apóstolos de Jesus. O que os apóstolos queriam destacar é que as mulheres foram ao sepulcro, juntamente com Maria Madalena. Que importa a quantidade de mulheres? O que importa é que Jesus vive!

     > Em João 2.1, o texto grego diz: “No terceiro dia...”, expressão de tempo que requer a correta interpretação. Em grego, “no terceiro dia” significa “depois de amanhã”. Assim, digamos que isso tivesse sido escrito numa “quarta-feira”. De acordo com o pensamento ocidental moderno, o “terceiro dia” seria o “sábado”. No entanto, de acordo com o pensamento helênico, “o terceiro dia” em relação à quarta-feira seria a “sexta-feira”, pois se contava o próprio dia em que se falava (a “quarta-feira”) como o “primeiro dia”. 

     > Encontramos aqueles que atribuem erro à passagem, exemplo: I Co.10:8 onde lemos que 23.000 homens morreram no deserto, enquanto que Nm.25:9 diz que morreram 24.000. 
    Acontece que em Números nós temos o número total dos mortos, ao passo que em I aos Coríntios nós temos o número parcial que somado ao restante dos homens relacionados nos versículos 9 e 10, deverá contabilizar o total de 24.000.

    > Era costume muitos escribas se reunirem numa sala enquanto um leitor lhes ditava o texto sagrado. Desse modo o ouvido traía o escriba até mesmo quando o copista solitário ditava a si próprio. Em Ap.15:6 onde se lê “vestidos de linho puro” a palavra grega linon é substituída por lithon nos manuscritos originais “vestidos de pedra pura”. Desse modo uma só letra que o ouvido menos apurado não entendeu direito e que produziu completa mudança de sentido, torna-se erro grosseiro e hilariante. 

    > Ao copiar os sinópticos, o escriba era levado a harmonizar passagens paralelas. É o caso de Mt.12:13 onde se lê “...estende a tua mão. E ele estendeu; e ela foi restaurada como a outra”. Em alguns manuscritos de Marcos o texto termina em “restaurada”, sendo que em outros o escriba acrescentou as palavras “como a outra” para harmonizá-lo. 

     > Um outro problema textuais se refere-se ao número de pessoas que Jesus enviou nesta missão descrita a partir de Lc 10.1. Muitos manuscritos do N.T registram setenta, (RC) e (RA). Mas existem outros manuscritos, que dizem setenta e dois (NTLH). Com as evidências que se tem à disposição, é impossível ter certeza acerca do que está correto, embora a maior parte dos estudiosos contemporâneos prefiram o texto tal qual se apresenta na NTLH, ou seja, setenta e dois. A Bíblia de Estudo Almeida acrescenta: “É uma possível alusão simbólica à evangelização do mundo pagão, já que tradicionalmente se falava de 70 (ou 72) nações no mundo (as nações enumeradas em Gn 10 são 70 no texto hebraico e 72 na versão grega, LXX).”

     > Passagens de difícil interpretação eram alvo dos escribas que tentavam completar o seu sentido através de interpolação e supressões. Um caso de interpolação encontra-se em Mt.26:15 onde as palavras “trinta moedas de prata” foram alteradas para “trinta estateres” afim de definir o tipo de moeda mencionada. Mais tarde outros escribas que conheciam os dois textos, juntaram-no produzindo a frase “trinta estateres de prata”.
    
    Esta é uma época de questionamentos. As pessoas costumam duvidar e questionar tudo que seja antigo, tradicional, ou histórico. Sempre que falamos de Cristo, alguns dizem: “Os homens escreveram a Bíblia, e eu não creio que ela seja a ''Palavra de Deus''. Está cheia de erros e hoje não é confiável". 
     Se estudá-la atentamente, decerto encontrará “contradições” na Bíblia. Mas, se estudar um pouco, mas descobrirá que a Bíblia não se contradiz. 

     Numa exposição de arte moderna, havia uma tela em branco em lugar de uma pintura. Abaixo da mesma achava-se o título, “Uma vaca pastando”. Um visitante perguntou ao artista: “O que significa este quadro? Não vejo pasto algum. 
Onde está a vaca pastando?” 
O artista respondeu: “A vaca comeu todo o pasto”. 
O visitante insistiu: “Mas onde está a vaca?” 
O pintor replicou: “Para que a vaca ia permanecer ali, se não restou nenhum capim?”

Alertas!

    No mundo inteiro estão sendo produzidas Bíblias totalmente adulteradas com o objetivo de agradar a certos grupos, e sorrateiramente, minar doutrina do arrependimento e fé em Jesus Cristo. Deus nos alertou para não retirarmos nem adicionarmos informações (Ap 22:18-19). Bíblia ecléticas (sem firmeza doutrinária) estão invadindo o meio cristão com um Evangelho centrado no homem e não em Jesus Cristo (At 20:29-31; 2º Pe 2:1).
     Podemos ter traduções novas e atualizadas, porém elas precisam ser fiéis ao TEXTO GREGO preservado pela Igreja. Se a Bíblia não tivesse sido dividida em Capítulos e Versículos (“trava” providencial de Deus), hoje nossas Bíblias seriam bem menores e teriam sidos retirados todos os trechos que incomodam. 
    O inimigo sabe que se corromper a Bíblia ele corrompe o fundamento da fé. É assim que ele vem tentando fazer desde o início do mundo (Gn 3:1,4). “...portanto sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10:16).



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